Se você está nessa luta contra as manchinhas de melasma, fica comigo porque o papo de hoje é sobre um ativo poderoso que vem conquistando espaço nas prateleiras de skincare e nos corações de quem ama cuidar da pele: o ácido tranexâmico. Sim, ele mesmo! Esse nome difícil de pronunciar (mas fácil de amar) é a nova estrela dos tratamentos para melasma e outras manchas escuras. Quer entender como ele age na pele, se dá resultado mesmo e como incluir na sua rotina? Vem que eu te conto tudinho!
Ácido tranexâmico para melasma

O que é ácido tranexâmico?
O ácido tranexâmico é um aminoácido sintético derivado de um aminoácido natural, a lisina. Foi originalmente criado para controlar sangramentos, acredita? Mas a ciência da beleza descobriu que ele também tem uma baita eficácia no controle da pigmentação da pele.
Sua aplicação no tratamento do melasma foi relatada pela primeira vez em 1979, no Japão. Desde então, muitos estudos têm comprovado a sua eficácia no tratamento de hiperpigmentações induzidas por radiação ultra violeta (UV).
Por que ele é tão bom para tratar melasma?
O melasma é um tipo de hiperpigmentação difícil de tratar e cheio de gatilhos: sol, calor, hormônios… A vantagem do ácido tranexâmico é que ele pode ser usado de forma tópica (em cremes e séruns) e costuma ser bem tolerado, mesmo por peles sensíveis. Além disso, ele pode ser associado com outros ativos, como:
- Niacinamida, que ajuda a uniformizar o tom da pele;
- Vitamina C, com ação antioxidante e iluminadora;
- Ácido kójico, que também atua contra a produção de melanina.
É praticamente um time dos sonhos para quem quer uma pele mais uniforme e radiante!
Como age o ácido tranexâmico para melasma
O ácido tranexâmico atua de forma diferente de outros clareadores, que normalmente agem inibindo a enzima tirosinase. A tirosinase é a enzima responsável pela produção de melanina, o pigmento escuro que mancha a pele.
Já o ácido tranexâmico age bloqueando a conversão do plasminogênio (presente nas células epidérmicas) em plasmina. A plasmina é uma proteína formada sempre que a nossa pele sofre alguma agressão como a exposição solar, inflamação da acne ou um machucado, por exemplo.
A plasmina por sua vez estimula fatores inflamatórios que vão aumentar a produção de melanina na pele. Então, ao inibir a formação da plasmina, há a inibição da inflamação e consequentemente do estímulo da produção de melanina. E menos melanina, menor a formação das manchas na pele pela deposição desse pigmento.
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Benefícios do ácido tranexâmico para a pele
Esse ativo promove então:
- A uniformização do tom da pele
- Clareia manchas solares, melasma e olheiras
- Diminui as marcas de acne
Além disso, o ácido tranexâmico tem baixo índice de efeitos colaterais após a aplicação, como ardência e irritação local.

Quem pode usar
O ácido tranexâmico na forma de cosmético pode ser utilizado em qualquer tipo de pele, inclusive na pele negra.
Quando aplicar
O ácido tranexâmico pode ser usado na pele de manhã e a noite. Mas de dia seu uso deve ser associado com o protetor solar com FPS acima de 50.
Cosméticos que contêm o ácido tranexâmico
O uso tópico do ácido tranexâmico pode ser feito através do uso de cosméticos que contêm esse ativo na sua fórmula. Dessa forma, fiz uma seleção desses produtos, que você encontra abaixo:
Solução Ácido Tranexâmico da Creamy
A Solução da Creamy de Ácido Tranexâmico (LINK) contém também ácido glicólico, niacinamida e alfa-arbutin. Compre no site da marca e use o cupom CMALMANAQUEDAMULHER para ganhar 10% de desconto na sua compra.

Sérum Clareador TheraSkin Klassis
O Sérum Clareador Theraskin Klassis (LINK) contém ácido tranexâmico associado ao Arbutin e a Nicotinamida. Promove clareamento gradual e contínuo, estimulando na renovação celular. É indicado para todos os tipos de pele. Tem textura leve com sensação refrescante.

Sérum Clareador Hidrabene
O Sérum Clareador Hidrabene (LINK) contém ácido tranexâmico, ácido Kójico e niacinamida. Reduz a tonalidade de regiões hiperpigmentadas. É oil free.

Sérum Clareador Dermage Clarité
O Sérum Clareador Clarité da Dermage (LINK) contém 4% de nicacinamida, 3% de ácido tranexâmico, 2% de Gluconolactona e 1% de Arbutin.

Skinceuticals Discoloration Defense
O Discoloration Defense (LINK) é formulado com 3% de ácido tranexâmico, 1% de ácido kójico, 5% de niacinamida e 5% de H.E.P.E.S. Esse produto teve sua eficácia comprovada em um estudo clínico, realizado em peles brasileiras, durante 12 semanas de uso.

Blancy Tx gel Creme Clareador
O Blancy Tx (LINK) apresenta ácido tranexâmico associado ao Alpha Arbutin e ao Nano Retinol. Auxilia no clareamento e uniformização do tom da pele. Reduz as alterações causadas pelo efeito da exposição solar excessiva e por disfunções hormonais.

Tem contraindicação?
Em geral, o ácido tranexâmico é bem tolerado. Mas, como todo ativo de tratamento, pode causar alguma irritação em peles muito sensíveis. Por isso, o ideal é começar devagar: use em dias alternados e observe como a sua pele reage.
Ah, e se você estiver grávida ou amamentando, converse com seu dermatologista antes de incluir qualquer tratamento novo.
Resultados: quando começam a aparecer?
Aquela pergunta que não quer calar, né? A melhora nas manchas costuma começar a ser visível a partir de 4 a 6 semanas, com o uso contínuo. Mas, como o melasma é crônico, o segredo está na manutenção e na consistência do tratamento.
Com disciplina, paciência e os produtinhos certos, dá sim pra deixar a pele mais uniforme e com aquele glow saudável que a gente ama.
Conclusão: vale a pena investir?
Se você já testou vários tratamentos e ainda não encontrou um que funcione de verdade para seu melasma, o ácido tranexâmico pode ser uma ótima aposta. Ele é moderno, eficaz e pode ser um verdadeiro aliado para quem busca clarear as manchas sem agredir a pele.
E o melhor: já existem várias opções acessíveis e com fórmulas incríveis no mercado. Dá uma olhadinha nos links que coloquei aí em cima, aproveita os descontos e bora cuidar da pele com carinho! Se você já testou algum produto com ácido tranexâmico, me conta nos comentários!